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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Se não chover, 21 cidades do Paraná podem ficar sem água

Veja previsão para o abastecimento de água para os próximos 15 dias

globo.com


A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) emitiu alerta nesta segunda-feira (13) sobre o uso racionado da água, pela situação “crítica ou de alerta” de “vários municípios” (veja listas abaixo). Essas condições se dão, diz a nota, “apesar das pequenas variações nas temperaturas e das chuvas esparsas dos últimos dias”.

Para os próximos dias, os seguintes municípios podem ter interrupção no abastecimento: São Mateus do Sul, Rio Azul, Rebouças, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos, Assis Chateaubriand, Cafelândia, Iracema do Oeste, Vera Cruz, Terra Roxa, São José das Palmeiras e Nova Aurora. A interrupção tem mais chances de ser realizada se não houver chuvas, e o calor e o consumo excessivo continuarem.

Se a estiagem durar por mais 15 dias, então estes municípios podem ficar desabastecidos: Pranchita, Dois Vizinhos, Flor da Serra do Sul, Nova Prata, Vitorino, Bom Sucesso do Sul, São Jorge do Oeste, Verê e Cambará.

O texto diz ainda que “nesta segunda-feira (13), moradores de regiões altas, que não possuem caixa de água (...), podem enfrentar dificuldades. As principais áreas nesta situação são Jardim Esplanada, em Ponta Grossa, e Vila Flores, em Prudentópolis. Também estão sendo afetados, em pontos dispersos, os endereços mais distantes e mais altos de Irati, Mallet, Ortigueira e de Santo Antônio da Platina. Em Toledo, a estiagem comprometeu o nível de água de dois poços, reduzindo o fornecimento de água tratada para as regiões mais altas”.

Já em “São Sebastião da Amoreira, o poço que abastece a cidade apresenta déficit na oferta de água, com reflexos em toda a cidade. Em Jardim Alegre, onde a vazão dos poços caiu 25%, caminhões-pipa levam água até os reservatórios da Sanepar para reforçar a disponibilidade de água. Para os moradores de Cianorte, o sistema de rodízio, implantado em (...) fevereiro, será mantido por tempo indeterminado”.

tópicos:
Assis Chateaubriand, Cianorte, Dois Vizinhos, Irati, Paraná, Ponta Grossa, Rebouças, Sanepar, Santo Antônio da Platina, São José das Palmeiras, São Mateus do Sul, Toledo

Pavimentação pauta vereadores na região

Somente em Apucarana, foram quase 700 pedidos de tapa-buracos

Antoniele Luciano - da Tribuna do Norte - Diário do Paraná

A má qualidade do asfalto em municípios da região tem ganhado destaque entre as reivindicações dos representantes do Legislativo na região ao longo do ano passado. Um levantamento da Tribuna junto à administração das Câmaras de Apucarana, Arapongas, Jandaia do Sul, Faxinal e Ivaiporã, as cidades mais populosas da região, mostra que os buracos renderam mais de 50% das indicações levadas pelos vereadores ao plenário em 2011.

Somente em Apucarana, foram quase 700 pedidos de tapa-buracos, recuperação asfáltica e pavimentação em um universo de 1.089 solicitações. O restante se divide entre roçagem e limpeza (68), manutenção de bocas de lobo (130), melhorias no trânsito (90) e iluminação pública (47).

Em Jandaia do Sul, segundo a Câmara, pelo menos metade das 158 indicações feitas pelos vereadores tratou de reparos no asfalto, sendo a outra metade reivindicações como sinalização de trânsito e recuperação de estradas rurais, entre outras. Situação semelhante ocorreu em Ivaiporã, onde ao menos 220 das 440 indicações incluíram tapa-buracos, conforme apuração da Câmara Municipal.

Na “Cidade dos Pássaros”, Arapongas, melhorias no asfalto somaram 30% das 380 sugestões apontadas pelos vereadores, o equivalente a 114 indicações, de acordo com a câmara local. Curiosamente, a implantação de Academias da Terceira Idade (ATIs) aparece em segundo lugar no que mais gerou indicações – cerca de 20% dos pedidos em 2011. Já em Faxinal, de 200 pedidos encaminhados pelo Legislativo ao Executivo, pelo menos 40 tiveram relação com a malha viária. Nestes cinco municípios, melhorias na malha viária foram o centro de 1.147 indicações, 95 por mês e ao menos três por dia na região.

O analista político e professor de Ética e Filosofia Política da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Elve Miguel Cenci, analisa que um diálogo entre os poderes Executivo e Legislativo na busca por soluções é importante, mas não se pode esquecer a verdadeira função dos companheiros de Câmara. “Deve haver uma fiscalização permanente e a discussão de projetos que antecipem problemas futuros, como o trânsito, e que dizem respeito ao desenvolvimento da região, à qualidade de vida, saúde, educação, indústrias, ao perfil que se quer que a cidade tenha”, diz.

Cenci argumenta que a criação destes projetos não está atrelada apenas ao Executivo. As matérias, reforçam ele, passam pelas câmaras, que também precisam ter uma visão estratégica. No entanto, o que se nota, observa o analista, é o cuidado com questões “paroquianas”. “É o papel populista, que tem até o sentido pejorativo, o atendimento à ‘sua clientela’, a base eleitoral do vereador”, destaca.

É como se vereadores, enfatiza Cenci, ainda atuassem como “intermediários” da população junto aos prefeitos com problemas que deveriam ser resolvidos diretamente com o Executivo. “Um exemplo disso é o buraco na rua em frente à casa do morador, que o secretário de obras precisa atender, mas o morador acaba procurando o vereador”, comenta o professor, ao assinalar outro vício desta relação. “Tem o uso político: o vereador da situação tem suas demandas ‘paroquiais’ atendidas e o da oposição não. Mas, esse é um vício também de outras esferas, como a federal”, sustenta.

Polícia apura assassinato de casal

Vítimas foram levadas ao Contorno Norte de Apucarana e executadas à tiros. Em Bom Sucesso, genro matou sogro

Elói de Souza, da Tribuna do Norte - Diário do Paraná

Ainda era mistério ontem o duplo homicídio praticado na madrugada de domingo em Apucarana. O crime vitimou o casal Fábio Júlio da Silva e Juliane Pires Alves, ambos de 21 anos.

A Polícia Civil já coletou o depoimento de familiares e conhecidos dos dois e apura o caso. “Ainda não temos suspeitos. O que apuramos é que os dois faziam uso de drogas. Partiu daí uma das linhas de investigação”, disse o delegado chefe da 17ª SDP, Valdir Abraão.
Segundo as informações da polícia, o casal seria do Jardim Menegazzo, mas estaria morando temporariamente com conhecidos na região da Vila Regina.

Os dois foram executados à tiros no começo de uma estrada rural, às margens do Contorno Norte, na região conhecida como ‘Serrinha’. Segundo relato de um morador das proximidades, ele ouviu os tiros por volta das 2 horas de domingo. “Chamei a atenção da minha mulher para os tiros. Logo depois escutei um carro saindo em alta velocidade do local”, contou um agricultor, que prefere não ser identificado, por motivos de segurança.

Segundo ele é comum ouvir tiros na rodovia. “Isto é direto. Param para atirar nas placas de sinalização. A gente ouve, mas não sai para ver”, contou o agricultor.

Ainda no domingo, os corpos das vítimas foram levados para necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Londrina, onde foi feito também um exame de resíduos de pólvora

Mais de 50% dos municípios da região têm lixões a céu aberto

Levantamento do IAP mostra que apenas 12 dos 26 municípios da região têm aterros sanitários em operação

Antoniele Luciano - da Tribuna do Norte - Diário do Paraná

Mais da metade dos municípios do Vale do Ivaí entrou em 2012, ano em que vence o prazo para a realização de planos municipais de gestão de resíduos sólidos, com lixões a céu aberto. De acordo com um levantamento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), apenas 12 das 26 cidades da região, o equivalente a 46,15% dos municípios, têm aterros sanitários. Fazem parte deste grupo Apucarana, Arapuã, Bom Sucesso, Borrazópolis, Califórnia, Cambira, Jandaia do Sul, Jardim Alegre, Lidianópolis, Marilândia do Sul, São Pedro do Ivaí e São João do Ivaí. Em Rio Branco do Ivaí, há, segundo o IAP, um aterro controlado, espaço intermediário entre lixões e aterros sanitários.
O restante dos municípios, conforme a Tribuna apurou, têm projetos ou obras em andamento. A lista do IAP, entretanto, não contabiliza obras recentes e já entregues, caso de Mauá da Serra e Rio Bom.

Um estudo realizado recentemente pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) também evidenciou a situação ambiental a nível de Paraná. Segundo o órgão, 37% dos aterros paranaenses operam sem licença ambiental, enquanto 19% estão com licenças vencidas há mais de um ano. Entre as falhas apontadas pelo TCE, está a fiscalização dos aterros por parte do próprio IAP.

Temporal atinge o Campus da UEL em Londrina

Fonte: Agência UEL


O rápido temporal registrado no início da tarde desta terça-feira (30/08) em Londrina resultou em um grande susto para o técnico de laboratório da UEL, Paulo Sérgio Carvalho. Ele se dirigia ao Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) quando seu carro, um Ford KA, ano 2000, placas AJM-5615, foi atingido lateralmente por um galho de Ipê de aproximadamente 10 metros de cumprimento.

Apesar da aparente gravidade o incidente resultou apenas em danos materiais, atingindo a lateral esquerda do veículo, capô e pára-choque dianteiro. De acordo com a Infraero, a tempestade deste início de tarde registrou ventos de até 66 quilômetros por hora, o que pode ser considerado uma forte rajada.

O servidor explicou que conduzia o veículo em baixa velocidade, quando sentiu um forte impacto e o carro parou abruptamente. Ao descer do veículo ele observou que tinha sido atingido por um galho. O veículo parou instantaneamente porque o tronco acabou impedindo sua passagem.

A Prefeitura do Campus (PCU) da UEL informou que a queda do tronco do Ipê, na entrada do Campus, foi a única ocorrência registrada. Apesar da violência dos ventos, não houve interrupção de energia elétrica em nenhuma unidade.

Mulher cai no golpe do bilhete em Apucarana

Fonte: ApukaOnline


Acreditando estar diante de um bilhete premiado da loteria, uma apucaranense caiu em um golpe e perdeu aproximadamente R$ 500 na tarde desta terça-feira (30). A vítima foi abordada por uma mulher de aparência humilde, que lhe propôs vender o referido bilhete que estaria premiado.

Segundo informações repassadas a Polícia, a golpista estava acompanhada de uma outra mulher, que estava bem vestida e acompanhou toda a negociação instigando a vítima a comprar o bilhete. A vítima chegou a ir ao Bando do Brasil onde sacou R$ 500 em dinheiro e repassou à estelionatária.

Minutos após o pagamento a vitima percebeu que havia caído em um golpe e acionou a Polícia Militar, que chegou a realizar rondas na área central da cidade mas não obteve êxito em localizar as acusadas. A ação das criminosas teria tido início em frente ao Termina do Transporte Coletivo Urbano.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Municípios não informam corretamente como gastam dinheiro da educação

Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo


Nas contas dos municípios – pelo menos no que se refere à educação – o detalhamento dos gastos é colocado de lado e as prestações de contas são mais relatórios que vão cumprir a burocracia que instrumento de gestão e planejamento. Essa é uma das conclusões que se pode tirar do estudo Perfil dos Gastos Educacionais nos Municípios Brasileiros, realizado pela Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).
“Não dá para dizer que uma criança de educação infantil custa R$ 3,75 por ano, como fez uma prefeitura”, afirmou Cleuza Repulho, presidente da Undime. Numa prestação de contas no sistema federal de controle de gastos (o Siope - Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação), um secretário municipal informou esse valor.
Segundo o relatório da Undime, “não há controle prático sobre os gastos que efetivamente são registrados nos balanços contábeis como realizados para manutenção e desenvolvimento da educação”. Para se ter uma ideia, os municípios foram responsáveis por 39,1% das verbas investida no setor em 2009, contra 19,7% da União segundo um estudo publicado pelo Ipea no final do ano passado.

Erro
A tentativa (frustrada) de levantar o perfil dos gastos educacionais dos municípios brasileiros fez a Undime perceber que muitas secretarias não informam corretamente os valores ao Siope e, portanto, ao MEC (Ministério da Educação). Os formulários deveriam ser preenchidos pelos secretários municipais de educação de cada cidade, mas o estudo concluiu que, muitas vezes, essa atividade é terceirizada para escritórios de contabilidade.
Não haveria problema se os gestores mantivessem controle sobre quanto e como é gasto o orçamento da educação. Com isso, os dados oficiais sobre os investimentos em educação acabam distorcidos. A situação fica mais delicada no contexto da tramitação do PNE (Plano Nacional de Educação) na Câmara dos Deputados, em que uma das principais disputas é justamente o percentual do PIB investido na área.
Diante das inconsistências observadas no sistema federal, a Undime entrou em contato com prefeituras de mil municípios para realizar um estudo próprio, porém, muitas delas não responderam ao questionário ou apresentaram dados imprecisos. A região Norte, por exemplo, ficou de fora da estimativa sobre gastos por aluno com creche e EJA (Educação de Jovens e Adultos) e o Estado do Amapá não teve nenhum questionário respondido. O estudo final contou com apenas 224 municípios, o que representa 22,4% da amostra inicial.

Para a presidente da Undime, “os prefeitos devem ter nos secretários de educação um parceiro que saiba gerir as verbas de acordo com a necessidade do município”. Ela também afirma que o problema principal não é gestão e sim a falta de recursos. “Quando a gente consegue concentrar dinheiro e esforços faz toda a diferença para a qualidade da educação”, disse.
 

Gastos por aluno

Com os dados disponíveis, a Undime concluiu que o Nordeste gasta 4,4 vezes menos que o Sudeste por aluno na creche. Já, no ensino fundamental, a primeira região gasta pelo menos duas vezes menos que a segunda. “Nenhuma criança pode ter a sorte ou o azar de nascer em um local onde o gestor seja mais ou menos comprometido com a educação”, afirmou Cleuza sobre as desigualdades apontadas no estudo.
 

Incêndio destrói teatro de 60 anos em Londrina


O histórico Cine Teatro Universitário Ouro Verde, em Londrina, no norte do Paraná, foi destruído por um incêndio que tomou conta do prédio durante a tarde deste domingo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo foi detectado por volta de 15h30 e poucos minutos depois as primeiras viaturas chegaram, mas as chamas já estavam altas. A edificação fica no Calçadão, no centro da cidade. Apesar de o teto e parte de uma parede ter desabado com o incêndio, não havia informações sobre qualquer pessoa ferida. Peritos devem determinar a causa do início do fogo.

De acordo com a direção da Universidade Estadual de Londrina (UEL), responsável pela administração do teatro, apenas um vigilante estava no local no momento em que o incêndio começou. Ele conseguiu sair ileso e encontrou-se com um engenheiro servidor da UEL que mora em um prédio vizinho. Ambos acionaram o Corpo de Bombeiros. Num primeiro momento, foi realizado o isolamento de dois prédios que ficam nos fundos do teatro. Como o fogo alastrou-se de forma rápida na parte interna, pouca coisa foi salva. Para evitar maiores problemas e por existir risco de desabamento, a energia elétrica foi cortada em parte da região central de Londrina, deixando algumas pessoas temporariamente retidas em elevadores.
O Corpo de Bombeiros enviou cinco carros e 20 homens para o combate das chamas. No início da noite, alguns permaneciam no local para apagar os últimos focos do incêndio. De acordo com a assessoria da UEL, a parte interna do edifício, onde ficavam o palco e as poltronas, foi totalmente destruída. A assessoria informou que foi possível salvar apenas alguns objetos, como dois pianos, que estavam em uma sala na frente, e alguns arquivos nos fundos do edifício. A condição dos pianos ainda não foi avaliada, pois eles ficaram bastante molhados.
Engenheiros do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e da UEL devem avaliar as condições da fachada para ver se ela permanecerá em pé ou se deve ser demolida. Ainda havia temor de que pudesse desabar, em razão de rachaduras. O teatro estava fechado desde o fim de dezembro, em razão de estar passando por reforma no palco de 120 metros quadrados, que teve todo o piso de madeira trocado. Ao longo do ano passado, foram investidos cerca de R$ 2 milhões nos sistemas hidráulico, elétrico e em equipamentos. Ele deveria ser reaberto em 10 de março, dando início às comemorações dos 60 anos de existência.
Inaugurado em 24 de dezembro de 1952, quando Londrina vivia o auge da cultura do café, de onde vem o nome Ouro Verde, o teatro figura em cartões postais da cidade. Em 1998, a edificação foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Paraná. Desde 1978, está sob a administração da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O Cine Teatro Universitário Ouro Verde é o maior do norte do Paraná, com capacidade para 950 pessoas.

Lindemberg Alves chega ao fórum de Santo André


Lindemberg Alves, que começa a ser julgado nesta segunda-feira acusado de matar Eloá Pimentel, de 15 anos, em 13 de outubro de 2008, chegou ao fórum de Santo André nesta manhã. Ele deixou o presídio de Tremembé (SP) por volta das 6h20 e chegou a local do júri popular por volta das 8h10. No local, o clima é tranquilo. Estudantes de Direito começaram a formar filas no início da madrugada em busca de senhas para acompanhar o julgamento.

A promotora, que assumiu o caso em novembro do ano passado, está certa da condenação de Lindemberg, que pode passar os cem anos. Para ela, as provas são “cristalinas” e revelam que o crime foi premeditado. A peça apresentada pela acusação será o áudio gravado durante as operações do Gate. Segundo ela, “o intervalo entre o arrombamento da porta e os disparos efetuados por Lindemberg [já comprovados em laudo] revela que ele teve tempo para se entregar, mas escolheu não fazê-lo”.
Já a defesa, segundo a promotora, irá apresentar uma mídia com mais de 16 horas de material com a cobertura jornalística do caso. Para Daniela, a intenção da defesa será mostrar que o sensacionalismo e um possível contato abusivo da imprensa influenciaram negativamente Lindemberg. “Culpar a imprensa e a ação do Gate é uma forma de tentar tirar o foco do julgamento. Minha única intenção é reforçar os laudos”, concluiu a promotora.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

1º FEIRA DA LUA EM MAUÁ DA SERRA










Realizou-se sábado  (11.02.12) na praça Sebastião Alves dos Santos (centro) em  nossa cidade de Mauá da Serra,  a primeira Feira da Lua, que é o evento que ocorre na maioria das cidades, principalmente na Região Sul do País. A  Feira reúne diversas pessoas, entre elas: comerciantes, feirantes e o povo que normalmente vai para apreciar, degustar pratos típicos e adquirir os artesanato, iguarias e divertir-se.

Geralmente acontece todas as quintas a partir das 17:00hrs até às 22:00hrs, diferentemente das demais cidades, as mentoras e  idealizadoras do evento às senhoras Terezinha Watanabe e Neuza da Floricultura, tiveram a idéia de realizar a feira no final de semana -  sábado, reúnindo várias pessoas para prestigiar o evento.